COMPREENDA OS SISTEMAS EGR E SCR – TOTAL FLEX

COMPREENDA OS SISTEMAS EGR E SCR

a imagem mostra um caminhão pipa visto de cima

Apesar de ainda existirem muitos veículos pelas cidades emitindo fumaças poluentes, o número vem diminuindo cada vez mais. Com legislações mais restritas, montadoras e fabricantes buscam as melhores tecnologias para desenvolver ônibus e caminhões com potência, economia e baixo nível de poluição.

Desde 1986, através do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), a legislação brasileira vem, por meio do Proconve (que está na sétima fase – P7), impondo a utilização de tecnologias que diminuam, além do enxofre, a emissão de outras substâncias e partículas poluentes. E, para se adaptarem a essa nova realidade, foram desenvolvidos os sistemas SCR e EGR. Ambos com o objetivo de reduzir a emissão de gases nocivos na atmosfera.

A diferença básica entre os dois sistemas é que o SCR (Redução Catalítica Seletiva) realiza o tratamento dos gases depois da combustão. Já o EGR (Recirculação de Gases de Exaustão) o faz durante o processo. A escolha entre um ou outro é determinada pela aplicação do veículo, potência do motor, temperaturas típicas de trabalho, entre outros fatores. O importante, de fato, é garantir o cumprimento dos limites e durabilidade do sistema.

Sistema de Recirculação de Gases de Exaustão (EGR)

 O EGR efetua o controle dos gases poluentes que são gerados a partir da combustão interna dos motores a diesel. É feita a recirculação de uma parte dos gases de escape, que retornam para dentro da câmara de combustão. Suas vantagens principais são: não utilizar reagentes químicos, utilizar o mesmo sistema de arrefecimento do motor e ser mais sensível ao teor de enxofre presente no diesel.

Esse sistema é mais adequado para veículos leves, que possuem regimes de alta rotação do motor, pois mantém elevada a temperatura interna da câmara, sem perder a eficiência ao receber os gases resfriados.

Sistema de Redução Catalítica Seletiva (SCR)

Já o sistema SCR converte óxido de nitrogênio (NOx) – nocivo ao sistema respiratório humano – em nitrogênio diatômico (N2) mais água, reduzindo o nível de poluentes por reação química. Ele tem como base o reagente ARLA 32, composto de água e ureia, que somado ao catalisador, transforma o NOx e o gás carbônico em amônia e água – inofensivos ao meio ambiente.

Suas principais vantagens são: sistema robusto, utiliza o ARLA 32 (com tanque especial, somente para o reagente), usa central eletrônica, não compartilha o sistema de arrefecimento do motor e não necessita de modificações mecânicas. Lembrando que o ARLA não é tóxico e nem inflamável, muito menos nocivo à saúde ou ao meio ambiente.

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