SENSOR DE FADIGA: ENTENDA TUDO SOBRE ESSE DISPOSITIVO – TOTAL FLEX

SENSOR DE FADIGA: ENTENDA TUDO SOBRE ESSE DISPOSITIVO

imagem mostra homem deitado em painel de caminhão demonstrando cansaço

Um pequeno cochilo de três segundos ao volante pode ser fatal. De acordo com o Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSVI), o sono e o cansaço são responsáveis por cerca de 50% dos acidentes rodoviários. Mas não é somente isso, dois segundos de distração em um veículo a 60 km/h, por exemplo, faz com que o carro percorra um trajeto de 37 metros às cegas. E esse é outro fator que pode causar acidentes graves.

Distração, sono e cansaço, limitam os reflexos de uma pessoa e impedem que a mesma possa reagir em tempo hábil a uma situação de emergência. E isso pode ser fatal, não somente para o motorista, como também para os possíveis ocupantes do veículo e todos os demais que dividem as ruas com ele.

Uma grande aliada para a prevenção de acidentes causados por esses motivos é a tecnologia. Já existem soluções que impactam no comportamento que causam acidentes, gerando alertas e conscientizando os motoristas. É o exemplo do sensor de fadiga.

Esse dispositivo atua analisando o comportamento do motorista, observando ações como: movimentos do veículo, a estrada à frente e o nível de atenção do condutor. Ele identifica os comportamentos de risco e emite alertas em tempo real. Com o sensor, é possível identificar aqueles motoristas mais propensos a sofrerem acidentes de trânsito devido aos comportamentos de risco.

Durante os primeiros minutos de direção, o sistema registra o comportamento do motorista – sua atuação ao volante e também nos pedais. Se o mesmo está seguindo em um trecho a determinada velocidade, seguindo um padrão, e de repente esses padrões se alteram, o sensor emite um aviso sonoro e visual.

São diversos os sensores de fadiga existentes. Desde o mais simples aos mais completos, que atuam diretamente em sete comportamentos de risco, que são: fadiga, distração, uso de celular, distância perigosa em relação a outros veículos, fumar enquanto dirige, uso de cinto de segurança e mudança de pista sem acionar o alerta.

As câmeras do sensor de fadiga que têm como função identificar se o motorista está com sono ou distraído fazem parte de um sistema chamado DSM (Driver Status Monitor). Sua ideia é justamente captar atitudes prejudiciais à segurança, principalmente aquelas que tiram a atenção do motorista.

Outro sistema que também é utilizado chama-se ADAS (Advanced Driver Assistance System), que possui câmeras voltadas para a pista. Assim, é possível verificar e notificar sobre troca de faixas sem uso de sinalização, aproximação e risco de colisão.

Todos esses fatores analisados pelo sensor de fadiga são essenciais para a prevenção de acidentes. E mais, analisando esses comportamentos de risco mais frequentes, é possível aplicar ações corretivas e trabalhar em uma conscientização em cima dessas situações.

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